Momentos Surdos são aqueles em que me refugio do mundo, momentos meus onde desabafo sozinho, o meu mundo.

quarta-feira, outubro 04, 2006

Abraçados em lagrimas, o ponto final!
Um turbilhão de perguntas afinal sem resposta ecoa cá dentro. Ca puta de fase!!! Nem eu a compreendo... Quem sabe o que trará o futuro, talvês não seja a nossa hora...
Por agora, deito-me em meus lençois. Quando acordar, renovo energias à minha alma, e inicio a minha caminhada.

E ainda assim... Podes apostar que gosto mais de ti que aquilo que alguma possas pensar.

segunda-feira, setembro 25, 2006

No nó dos meus braços o teu perfume entranha em mim fazendo corar.
"Quebramos os dois"
Unidos, partimos para um mundo só nosso onde ninguém pode alcançar... | LOL | (Ou quase ninguém...)

sábado, setembro 23, 2006

Sonhos... Como explica-los?
De sol rompendo meu rosto, acordo de um sonho nunca antes pensado. Olhamos-nos como que ironia do destino. Será destino? A surpresa de uma mensagem mexe para além da minha racionalidade, de repente o meu sonho não é só meu...

Só se quiseres... Escrevo, é o que me conforta, e será que é o que me resta? O nós ainda está presente em mim, saudades essas já as sinto...

O fim dizes tu! E como que por magia surge um muro que nos separa...
"Click", tudo muda repentinamente. O campo de batalha encerra e cresce agora relva com a chuva. Será paz a chave nesta guerra? Não sei que pensar... Sento-me à chuva e espero pela primeira bala, ou então pelo adormecer no silêncio...

sexta-feira, setembro 22, 2006

I'm all at sea
Where no one can bother me
Forgot my roots
If only for a day
Just me and my thoughts
Sitting far away

I'm all at sea
Where no-one can bother me
I sleep by myself
I drink on my own
I don't speak to nobody
I gave away my phone

Like a warm drink it seeps into my soul
Please just leave me right here on my own
Later on you could spend some time with me
If you want to, all at sea

Perdi a conta de à quanto tempo não me sento riscando papel trocando ideias por palavras... Momentos surdos em que me encontro sozinho e ainda assim me abstraio, olho um mundo atribulado onde disparo em ideias, prisioneiras por um medo contido, mas essas, sei que posso contar com elas. Hoje, como que em desabafo, inicio um pouquinho de mim. Para quem? Não sei se algum dia saberás sequer. Encerras tu e começo eu...